"Los seres humanos aborrecen (e intentan evitar) ser despersonalizados, ser tratados como una cosa, ser controlados por otros, ser manipulados, no ser apreciados, recibir órdenes, ser dominados, no ser respetados, ser forzados, ser empujados, ser explotados, ser determinados por otros, no ser tomados en cuenta o en serio, ser engañados, sentirse incapaces, sentirse descartables.
Lo que ansían es ser tratados como personas, poseer autodeterminación, tener control sobre su destino, poder planificar y llevar a cabo sus planes, triunfar, asumir responsabilidad, tomar sus propias decisiones con autonomía e iniciativa, y que los demás reconozcan sus capacidades."
Abraham Maslow
6.7.09
... à margem!
... à margem!
“los temas no humanísticos tales como las estadísticas, los diagramas de flujo, las finanzas o la alta tecnología son esenciales para administrar una empresa exitosa, pero las empresas no quiebran por falta de ese conocimiento tecnológico: su fracaso tiene que ver con las personas. Las compañías que quiebran parecen incapaces de aprender que las personas no operan con efectividad no por ser incompetentes en los aspectos técnicos de sus tareas, sino por la forma en que son tratadas por los demás y como ellas tratan a los demás”
William Glasser.
3.7.09
Na coluna da esquerda aparecem com frequência notícias envolvendo quer a "pista" quer o "multiusos". Apresentados ora como obras emblemáticas ora como símbolos dos desperdício, a verdade é que com consistência têm cumprido os seus objectivos. Realizações que não estarão isentas de erros, gestão que não dispensarão alguns reparos, mas a verdade é que a estratégia criada parece estar ganha.
Naturalmente que quem resume a crítica ao lado negativo, afirma implicitamente duas coisas: que não é capaz de promover a utilização dos equipamentos, não se acha capaz de ter ideias para animar esses espaços e rentabiliza-los económica e socialmente, e não está de acordo nem com o tipo de realizações que aí se permitem nem com as suas implicações. Porque as boas críticas não podem ter apenas a versão negra com que pintam esses investimentos, o azedume essencial que sobrevém a tais críticas deixa a certeza de que a alternativa que afirma ser quem as profere tem como marca d'água o negativismo e o estreitamentos das ... alternativas.
Naturalmente que quem resume a crítica ao lado negativo, afirma implicitamente duas coisas: que não é capaz de promover a utilização dos equipamentos, não se acha capaz de ter ideias para animar esses espaços e rentabiliza-los económica e socialmente, e não está de acordo nem com o tipo de realizações que aí se permitem nem com as suas implicações. Porque as boas críticas não podem ter apenas a versão negra com que pintam esses investimentos, o azedume essencial que sobrevém a tais críticas deixa a certeza de que a alternativa que afirma ser quem as profere tem como marca d'água o negativismo e o estreitamentos das ... alternativas.
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