3.7.09

Na coluna da esquerda aparecem com frequência notícias envolvendo quer a "pista" quer o "multiusos". Apresentados ora como obras emblemáticas ora como símbolos dos desperdício, a verdade é que com consistência têm cumprido os seus objectivos. Realizações que não estarão isentas de erros, gestão que não dispensarão alguns reparos, mas a verdade é que a estratégia criada parece estar ganha.
Naturalmente que quem resume a crítica ao lado negativo, afirma implicitamente duas coisas: que não é capaz de promover a utilização dos equipamentos, não se acha capaz de ter ideias para animar esses espaços e rentabiliza-los económica e socialmente, e não está de acordo nem com o tipo de realizações que aí se permitem nem com as suas implicações. Porque as boas críticas não podem ter apenas a versão negra com que pintam esses investimentos, o azedume essencial que sobrevém a tais críticas deixa a certeza de que a alternativa que afirma ser quem as profere tem como marca d'água o negativismo e o estreitamentos das ... alternativas.

1 comentários:

Anónimo disse...

São, de facto, obras megalomanas e quase totalmente desprovidas de bom senso, as de que fala. Também gostaria de conhecer as suas ideias para as rentabilizar. Será que as tem? É que dizer que os outros não prestam é fácil, mas provarmos que nós somos bons é que é mais complicado.
P.S.: Aprecio a sua escrita.

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